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opiniões de críticos, jornalistas e professores
Uma Aventura, o melhor da SIC
Esta série infanto-juvenil, baseada nos livros
de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada,
é de facto cativante, bem feita, com personagens
jovens simpáticos e bons actores, no género.
Histórias de aventuras passadas do livro para o
ecrã, mas que nem por isso perderam qualidade.
Os cinco aventureiros desta nova série conseguem
atrair tanto os mais novos como todos aqueles que arriscarem
ver um episódio. Por outro lado, e não menos
importante, é o facto de esta série se revelar
como um bom incentivo à leitura.
Os melhores e os piores de Fevereiro
segundo a ATV - Associação de Telespectadores
In Público, de 16-03-2006
A orientação vocacional, também
chamada aconselhamento de carreira, é um processo
de ajuda que se proporciona a um jovem no sentido da resolução
do seu problema de escolha escolar e/ou profissional,
tendo em vista o desenvolvimento da carreira e a definição
do projecto de vida.
Este livro, Quero ser Actor, fala não
só sobre as aptidões, capacidade, recursos
e limitações de cada um nesta profissão,
como a história tem também o mérito
de abordar o mundo do trabalho e as consequentes exigências,
vantagens, desvantagens e oportunidades.
Por tudo isto, trata-se de informação valiosa,
dirigida aos interesses dos jovens.
Os Meus Livros, Outubro de 2005
No início da década de 80, duas professoras
que se conheceram na Escola Fernando Pessoa, em Lisboa,
entregaram-se à tarefa de conquistar jovens para
a leitura. Hoje, vinte e três anos e 46 volumes
depois do primeiro livro, as aventuras das gémeas
Teresa e Luísa, Chico, Pedro, João e o cão
Faial são, sem dúvida, a colecção
mais popular entre crianças e adolescentes portugueses,
com mais de seis milhões de exemplares vendidos.
O sucesso explica-se muito pela preocupação
pedagógica das histórias, que, com as suas
constantes visitas a monumentos, museus e outros pontos
de interesse, servem verdadeiras lições
da História de Portugal de uma forma quase subliminar.
As aventuras literárias das duas professoras foram,
há quatro anos e meio, adaptadas para televisão
pela SIC e vão já a caminho da quarta série.
Pública, 4 de Setembro
de 2005
Para que as crianças e os jovens desenvolvam um sentimento
de responsabilidade pelo que se passa à sua volta, este
mês sugiro a leitura do livro Há Fogo na Floresta
(infelizmente, bem a propósito, neste final de Verão).
Trata-se, no fundo, de um convite a uma reflexão partilhada
e urgente sobre os perigos dos incêndios florestais.
O livro assume uma postura pedagógica e o desenho de Pedro
Mendes faz emergir com toda a naturalidade a enorme variedade
de seres vivos típicos da nossa floresta: animais, árvores,
plantas, sementes e frutos, que se perdem quando Há
Fogo na Floresta. A ilustração é, pois, muito apelativa
e preocupa-se em transmitir a estética das grandes florestas,
onde todos gostamos de passear, ensinando-nos a reconhecer
diferentes espécies animais e vegetais.
Penso que só quando nos envolvemos, isto é, quando nos
interessamos afectivamente pelos assuntos, conseguimos
aprender e modificar os comportamentos. É o que este livro
consegue, permitindo desenvolver uma responsabilidade
maior no processo educativo das crianças e dos jovens.
Os Meus Livros, Setembro de 2005
Leia aqui
a curiosa autobiografia de Ana Maria Magalhães
publicada na edição de 31 de Agosto do Jornal
de Letras.
Com o relato sobre o sofrimento que coelhos, toupeiras,
ouriços ou picapaus têm de enfrentar cada
vez que as chamas varrem os locais onde habitam, Ana Maria
Magalhães e Isabel Alçada aproveitam para
sensibilizar os mais novos para um drama que todos os
anos destrói parte do país. Depois desta
pequena história, a obra Há
Fogo na Floresta percorre os caminhos da
floresta portuguesa, mostrando espécies, explicando
para que servem as árvores e porque é que
as manchas verdes diminuem no planeta.
Mas como a floresta é a casa de muitos animais,
são também dados a conhecer aqueles que
ainda restam nas matas portuguesas, como o lobo, a raposa
ou a gineta.
Esta viagem pela floresta continua com um segundo conto
em que os protagonistas, desta vez, são humanos.
Não dos que provocam incêndios, mas dos que
se preocupam em evitá-los. Os heróis desta
história são os sapadores florestais, a
quem as autoras chamam os "anjos da floresta".
As autoras da conhecida colecção Uma
Aventura dão, com esta obra inédita,
um contributo para a compreensão do património
mais valioso do país e das várias ameaças
que sobre ele pendem.
Público, 24 de
Julho de 2005
Um livro - mais um título da dupla Ana Maria Magalhães
e Isabel Alçada e o primeiro da colecção
Quero Ser - que mostra que para se ser actor
é preciso sonhar mas também ter talento
e trabalhar. A partir da história de alguns alunos
que formaram na escola um grupo de teatro e também
da apresentação de um caso real de sucesso
- o do Teatro Aberto, em Lisboa, por onde passa parte
do enredo de Quero Ser Actor.
No final, é apresentada a trajectória do
Teatro Aberto, que nasceu em 1996 como Grupo 4 - Sociedade
Artística, e as biografias de actores como Irene
Cruz, João Lourenço ou Rui Mendes.
Público, 27 de Agosto de
2005
Mais um livro da colecção Uma Aventura,
que já vai em 47 títulos. Nesta história,
o grupo de amigos vê-se perseguido por um javali
durante um (aparentemente) calmo passeio de bicicleta
pelo campo. Os miúdos protegem-se, mas o cão
do João, o Faial, continua a perseguir o porco
selvagem. Conversas suspeitas, um encontro com um paparazzi,
caçadores estranhos e um mensageiro especial fazem
de Uma Aventura no
Caminho do Javali uma excitante aventura,
que agarra os leitores de imediato.
Público, 25 de Julho de
2005
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada escrevem livros de
aventuras: Lema adoptado: "os miúdos têm o direito de
se divertirem!" (...)
Através dos alunos e dos filhos, as autoras adquiriram
um conhecimento mais directo, mais verdadeiro, do que
interessa realmente às crianças.
Maria Emília Brederode Santos, "As aventuras
literárias de duas professoras", Diário de Notícias,
14 de Dezembro de 1982
Hoje a sua colecção de aventuras é certamente a colecção
mais popular entre as crianças e adolescentes portugueses.
Maria Emília Brederode Santos, "Encontrar
o ritmo da criança", Diário de Notícias, 25 de Janeiro
de 1987
Tem bons especialistas entre nós a literatura para crianças
e é nestas idades que se torce o pepino, é de criança que
se podem criar os hábitos de leitura... A este respeito é
preciso ler o livro Ler ou não Ler, Eis a Questão,
de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, precisamente porque
se baseia na sua rica experiência destes últimos dez anos
com a publicação regular da colecção que as notabilizou.
Carlos Pinhão, "Ler ou não Ler... Sonhar
ou não sonhar", A Bola, 7 de Maio de 1988
As autoras conseguiram incentivar não só o gosto pela leitura
mas também pela procura de "tesouros escondidos" nos museus
de Portugal (...).
Ana Paula Almeida, "Era uma vez uma aventura",
JL, 22 de Fevereiro de 1988
A razão do sucesso reside em grande parte na seriedade que
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada põem no seu trabalho -
não fazendo literatura menor porque se destina a um público
jovem.
João Pinheiro, "A flauta do amolador", Diário
de Notícias, 28 de Abril de 1988
Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães descobriram, pelos vistos,
o segredo infalível para seduzir os pequenos leitores ao misturarem
com conta, peso e medida a acção e o mistério com a realidade
de qualquer criança portuguesa. (...)
Rui Tavares Guedes, "Reacção das crianças
emociona autoras de aventuras", A Capital, 1 de Julho
de 1989
A explicação deste êxito imparável assenta em grande parte
na disciplina, no método, no rigor posto no cumprimento de
um projecto, que lentamente começou a encher duas vidas e,
claro, o imaginário de centenas de milhares de jovens leitores
em Portugal, nos países africanos de Língua Oficial Portuguesa
e nas comunidades de emigrantes em vários continentes (...).
José Jorge Letria, "Uma aventura a duas vozes",
revista Sábado, 9 de Setembro de 1989
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, deux auteurs specialisées
dans la littérature pour la jeunesse. (...) elles ont touché
les jeunes mais aussi les plus vieux.
(...) Soucieuses de donner du Portugal une autre image que
les stéréotypes traditionnels, ces deux écrivains à succès
citent volontiers Victor Hugo parlant de leur patrie: "J'admire
ce petit pays qui a une grande âme."
Jean Claude Ducret, "Deux ambassadrices portugaises
partagent l'âme de leur pays", L'Est Républicain, 26
de Maio de 1990
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada têm créditos firmados
como escritoras de livros para crianças.
(...) eu apontaria a qualidade do diálogo, a arte de descrever,
e a ductilidade de uma linguagem que, sendo cheia de dignidade,
em nenhum momento resulta sisuda. Pelo contrário, vai ter
sempre a lugares inesperados de vivacidade e de encanto.
Maria Lúcia Lepecki, "O Tesouro das Ilhas",
Diário de Notícias, 29 de Julho de 1990
Les élèves du lycée Charlemagne qui apprennent le portugais
ont montré, à l'initiative de leur professeur, Mme Maria Henschen,
une intéressante exposition sur le thème "Azulejos". Une idée
qui leur est venue à la suite de la lecture d'un ouvrage portugais,
O Azulejo Mágico, une histoire fabuleuse où se mêlent
aventure et science-fiction écrite par Isabel Alçada et Ana
Maria Magalhães.
"Les "Azulejos" du Portugal", Le Républicain
Lorrain, 11 de Março de 1991
Deux auteurs portugaises tirent un trait d'union entre leur
pays et les jeunes lorrains. Le début d'une belle histoire.
Daniel Fleuret, "Lorraine - Portugal. Le
début d'une belle aventure", L'Est Républicain, 12
de Março de 1991
Os mais novos já sabem mais coisas sobre o Palácio da Pena
do que muitos dos habitantes de Sintra. Lisboa está na lembrança
das crianças que nunca viram o estuário do Tejo (...) isto
porque há cerca de doze anos Ana Maria Magalhães e Isabel
Alçada iniciaram a colecção Uma Aventura, que despertou o
interesse das crianças para muitas terras, monumentos e histórias
portuguesas. (...) Estas duas professoras puseram em prática
uma ideia bem simples que revolucionou a literatura infantil
portuguesa, abrindo portas aos autores nacionais.
Mariana Alves, "Escritoras a quatro mãos",
Mulher Moderna, 1994
Afinal as autoras da colecção mais vendida em Portugal não
esqueceram que são professoras e não perdem de vista os seus
leitores. Daí que exista sempre uma preocupação pedagógica
nas histórias. Os locais são reais. Há monumentos no meio
das histórias, museus que se visitam, lições de História de
Portugal que são dadas de uma forma sub-reptícia. Muitos destes
livros acabam por ir parar às bibliotecas das escolas e começa
a notar-se um fenómeno interessante - não há separação entre
o que é "para ler lá fora" e o que é para "ler dentro da aula".
No Palácio da Pena triplicou o número de visitantes depois
de publicada Uma Aventura no Palácio da Pena. (...)
António Eduardo Marques, "A Leitura em Caixa
Alta", Público, 24 de Abril de 1994
Estamos perante um documento de trabalho com informação
preciosa e fundamental. (...) Há que recusar, como insistem
as autoras, julgamentos simplistas sobre o saber-se cada vez
menos ou sobre o facto de os jovens não se interessarem por
nada que valha a pena. (...) Os dados apresentados no livro
Os Jovens e a Leitura nas Vésperas do Século XXI são
muitas vezes surpreendentes pela positiva. Como dizem as autoras
(responsáveis pelo projecto de promoção de leitura de maior
sucesso entre nós nos últimos anos): "Na nossa época muito
mais crianças e jovens mergulham com prazer no mundo dos livros
porque muitos adultos tomaram a seu cargo a tarefa de os encaminhar
nesse sentido." Eis a questão!
Guilherme d'Oliveira Martins, "Os jovens
e o apelo da leitura", Diário de Notícias, 6 de Julho
de 1994
Lido Os Jovens e a Leitura, fica-se com a impressão
de que afinal muito está a ser feito em Portugal pelas letras.
Luísa Jeremias, "Brincar aos clássicos",
Diário de Notícias, 21 de Fevereiro de 1995
Os alunos (da professora de Português Colette Revémont, que
lecciona em Nancy) tinham estudado Uma Visita à Corte do
Rei D. Dinis, a época medieval, as relações entre Portugal
e a França. Colette convidou então as escritoras para ir a
França contactar com os leitores. (...) Foi esta visita das
escritoras que veio dar origem a Uma Aventura em França
e a vários intercâmbios entre escolas de Nancy e de Leiria/Marinha
Grande.
Ana Sousa Dias, "Uma Aventura em Leiria",
Público, 22 de Fevereiro de 1995
Um livro transporta as crianças para um mundo diferente,
fá-las viajar através das palavras e solta-lhes a imaginação.
Uma imaginação fértil, própria de quem tem poucos anos e quer
descobrir tudo. Felizmente há cada vez mais crianças a ler
e o prazer pela leitura é um contributo inegável para o sucesso
escolar (...).
Paula Ferreira, "Prazer pela leitura contribui
para o sucesso escolar", A Capital, 9 de Outubro de
1995
Tempos de Revolução relata o quotidiano na Idade
Média desde o reinado de D. Pedro I até ao início da segunda
dinastia, que se alicerça na batalha de Aljubarrota. A elaboração
deste novo volume (da História de Portugal) baseou-se em reuniões
constantes entre as duas professoras-escritoras e o professor-historiador-investigador
José Mattoso. (...)
Luísa Jeremias, "A história deve ser acessível
a toda a gente", A Capital, 24 de Novembro de 1995
O espírito aventureiro não tem idade. Há leitores da terceira
classe até ao oitavo ano, sendo que a maior fatia se encontra
no meio. (...) Além desta, as mesmas autoras assinam outras
colecções juvenis, onde se tenta misturar aventuras com património
histórico. É o caso da colecção Viagens no Tempo, em que jovens
do século XX se deslocam numa máquina do tempo (...) as últimas
páginas de cada livro são verdadeiros compêndios de História
(...)
Paula Correia, "Contadores de histórias",
Diário de Notícias, 1 de Junho de 1997
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada são dois casos incomparáveis
de sucesso no âmbito das letras portugueses contemporâneas.
(...) O segredo do êxito tem certamente a ver com a sua experiência
de professoras, que lhes permite desenvolver temas aliciantes
para as camadas etárias que pretendem conquistar, fazendo
uso de uma linguagem simples e acessível, que reveste da mais
atraente forma histórias que são 50 por cento realidade e
50 por cento fantasia.
Artur F. Coimbra, "A Fantástica Aventura",
Semanário Económico, 20 de Julho de 1997
Uma Aventura na Quinta das Lágrimas
Na apresentação do livro, Rui Marques Veloso, Professor de
Literatura Infantil na Era de Coimbra, além de sublinhar a
qualidade literária deste livro deste livro sublinhou o seu
objectivo: temos autênticos artistas portugueses.
Público, 11/11/99
Diário Cruzado de João e Joana
Trazendo por vezes à memória a atmosfera do filme Conto
de Verão, de Rohmer, a acção (...) permite a emergência
de várias histórias. (...)
A meio caminho entre o romance epistolar e a ficção sobre
a forma de diário (...) logra problematizar e abrir horizontes
ao leitor.
José António Gomes, Expresso, Outubro
2000
CD-ROM
Lendas da Europa é uma obra cuidada, verdadeiramente
adequada aos jovens utilizadores e consegue conjugar divertimento
e conhecimento.
Pedro Amorim, Exame Informática, Maio
2000
O êxito conquistado pela adaptação televisiva dos livros
da colecção Uma Aventura prova que os valores podem vencer
a violência.
Sónia Dias, Correio da Manhã, Dezembro
de 2001
No Coração de África Misteriosa
Com milhares de leitores assegurados pelas colecções Uma Aventura
e Viagens no Tempo, ei-los apaixonados por novo projecto -
a história de portugueses que mergulharam no coração de África,
totalmente desprovidos dos requintes de conforto e segurança
que só o séc. XX proporcionaria aos viajantes.
Maria João Martins, Jornal de Letras,
3 de Dezembro 1997
Diário Secreto de Camila
Todos nós já fomos como Camila e vivemos experiências que
jamais se repetirão.
Teresa Oliveira, Correio da Manhã,
17 de Julho de 1999
A colecção Uma Aventura merece todos os elogios pela popularidade
que os seus livros atingiram.
Correio da Manhã, 23 de Março de 1996
Os Jovens e a Leitura nas Vésperas do Século XXI
dar-lhe-á sem dúvida muitas pistas para perceber as preferências
dos mais novos em matéria de leitura e tempos livres.
Pais e Filhos, Junho de 1994
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